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A importância da doação de órgãos

O transplante de órgãos oferece a milhares de crianças e adultos a cada ano uma chance renovada de viver uma vida plena e ativa. No entanto, a necessidade de órgãos e tecidos supera sua disponibilidade.

Comprometer-se a ser um doador de órgãos é uma decisão heroica que pode salvar a vida de até oito indivíduos, e ainda mais se um doador puder doar também córneas e tecidos.

Praticamente qualquer pessoa, independentemente da idade, pode se tornar um doador de órgãos e tecidos, e não há custos para a família ou para a pessoa. O único requisito é não possuir câncer, HIV, infecções sanguíneas e estar com a saúde dos órgãos em dia.

Outro passo que você pode tomar é ser doador de sangue e medula óssea. Embora exista uma crença de que apenas certos tipos sanguíneos são preferíveis, toda e qualquer pessoa com qualquer tipagem sanguínea é bem vinda para se tornar uma doadora.

 

A Importância de se avisar a família

Hoje no Brasil, a doação de órgãos só acontece com a autorização da família. Por isso é muito importante avisar à família sobre o desejo de tornar-se um doador de órgãos.

No Brasil, o número de famílias que não autorizam a doação ainda é alto. Por isso a importância de manifestar a vontade para seus familiares e instrui-los à cerca do que se trata o processo de doação e como isso pode salvar a vida de várias pessoas.

 

Para quem vão os órgãos?

Os órgãos doados vãos para pacientes que necessitam de transplante e estão aguardando em uma lista de espera unificada e informatizada, em uma mesma base de dados.

Cabe à Central Estadual de Transplantes, por meio desse sistema, gerar a lista de receptores compatíveis com o doador em questão.

Se não existirem receptores compatíveis no estado ou o mesmo não realizar a modalidade de transplante referente ao órgão doado, o órgão é ofertado à Central Nacional de Transplantes CNT/MS para a distribuição nacional.

A posição na lista de espera é definida por critérios técnicos de compatibilidade entre doador e receptor, tais como;

  • Compatibilidade sanguínea;
  • Compatibilidade antropométrica;
  • Gravidade do quadro;
  • Tempo de espera em lista do receptor;
  • etc.

Para alguns tipos de transplantes é exigida, ainda, a compatibilidade genética.

 

Quais são os tipos de doadores?

Existem dois tipos de doadores: os vivos e os falecidos.

Doador vivo é qualquer pessoa saudável e capaz, nos termos da lei, que concorde com a doação e que esteja apta a realizá-la sem prejudicar sua própria saúde. O doador vivo pode doar um dos rins, parte do fígado ou do pulmão e medula óssea.

Doador falecido é qualquer pessoa identificada cuja morte encefálica ou parada cardíaca tenham sido comprovadas e cuja família autorize a doação. O doador falecido por morte encefálica pode doar fígado, rins, pulmões, pâncreas, coração, intestino delgado e tecidos. O doador falecido por parada cardíaca pode doar tecidos (córneas, pele, ossos, tendões, vasos sanguíneos, etc.).

 

Após a doação, o corpo do doador fica deformado?

Absolutamente não. Essa á uma lenda muito comum, que o corpo do doador pode ficar deformado. Porém ela é absolutamente falsa!

 

Fonte: Arquivos do Ministério da Saúde/SUS e Campanha Doação de Órgãos
Disponível em: http://portalarquivos.saude.gov.br
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Overstress

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