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Uso de celular: Posição da cabeça e problemas na cervical

A dor na região cervical é uma das mais comuns, normalmente está relacionada com a tensão muscular provocada por situações como excesso de estresse, má postura ao dormir e manuseio do celular.

A Organização Mundial da Saúde (OMS), estima que pelo menos 37% da população brasileira, cerca de 60 milhões de pessoas, convivem com a dor gerada pela má postura ao manusear os smartphones. 

A cabeça humana pesa aproximadamente 5 quilos quando se encontra em uma posição neutra, mas é diretamente influenciado pelo ângulo no qual ela se encontra. Conforme a cabeça se inclina à frente, o peso exercido pode aumentar em até 6 vezes. Uma estimativa aponta que enquanto a coluna cervical é mantida a 15° de flexão, ela oferece um peso relativo da cabeça de 13 quilos. Já 30° de flexão se torna um peso de 20 quilos,  45° é o equivalente a 25 quilos e uma inclinação de 60° pode chegar a pesar até 30 quilos. 

Essa alteração postural ameaça a integridade da coluna, aumentando a carga mecânica nas articulações, ligamentos e musculatura da coluna cervical e dos músculos posteriores do tronco. Com o passar do tempo, pode acelerar processos degenerativos, desenvolvendo deformidades ósseas, inflamações ligamentares, pinçamento de nervos, estiramento muscular, compressão e/ou hérnia discal.

Os sintomas mais comuns são: dor na região cervical e/ou pescoço; dor e tensão nos ombros; formigamento ou sensação de dormência, nos braços, mãos e dedos; dor de cabeça e dificuldade de movimentar a cabeça.

Busque manter uma postura correta ao manuseá-lo, de modo que o pescoço fique na posição neutra (alinhando os lóbulos das orelhas com o centro dos ombros, projetando o olhar para a linha do horizonte) levando-o até pouco abaixo da altura dos olhos; se possível, utilize apoios, ou transfira alguns aplicativos para o computador. Mudar hábitos e diminuir o tempo de uso do celular ou fazer pequenos intervalos para alongar a musculatura da região cervical e ombros pode ajudar a diminuir o risco de lesões mais graves.

Exercícios físicos regulares são uma medida eficiente na prevenção. As atividades como yoga e pilates, estimulam o alongamento e relaxamento do corpo, além de fornecerem maior consciência corporal.

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